• Dra. Claudia Neurologista

Setembro amarelo....um mês significante contra o suicídio.


O suicídio é mais do que. . . estar muito deprimido!

O cérebro tem múltiplas respostas ao estresse.


E tem como reduzir o risco de suicídio em pessoas com doenças neurológicas?


É fato que pessoas com certas condições neurológicas têm maior probabilidade de morrer por suicídio do que a população em geral.


Os sinais óbvios podem estar faltando, mas existem outros fatores que os cuidadores, amigos e familiares devem estar atentos em qualquer pessoa com uma condição neurológica significativa.


Depressão e ansiedade, se a pessoa já teve pensamentos suicidas,

mudanças na medicação, um diagnóstico em uma idade jovem pode causar mais depressão e desespero, isolamento e vários outros sinais existem e devem ser observados.


Primeiro, entenda o que você não pode fazer.


Você precisa conhecer suas limitações.


A maioria dos membros da família, amigos ou cuidadores não tem treinamento para entender como essas doenças cerebrais podem estar afetando alguém.


Ser diagnosticado com um distúrbio crônico grave pode ser uma experiência bastante angustiante e talvez seja necessário mais apoio durante este período.


Atenção!


Professora Mestra em Neurologia, efetiva da faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Goiás, coordenadora da Liga de Neurologia e da Liga de Saúde Mental da UEG


Dra. Claudia Soares Alves

Médica Neurologista

CRM GO 12452  |  CRM MG 41000

RQE 7919 e 6115


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