• Dra. Claudia Neurologista

Você conhece as doenças "karoshi" e "Burn-out"?



Karoshi (ou “morte por excesso de trabalho”) é real.


Não é uma descrição exagerada, mas é uma condição documentada e muito séria que tem consequências terríveis para as vítimas.


O Karoshi é a morte repentina que ocorre no ambiente de trabalho.


O termo surgiu no Japão, país que possui as mais altas estatísticas de mortes no emprego.


Tanto trabalhadores jovens quanto os mais experientes são suscetíveis ao karoshi.


Uma forte carga de trabalho, estresse, depressão e relações tensas com os colegas de trabalho e superiores podem levar, no mínimo, a problemas de saúde e, em casos extremos, à morte repentina.


Outra das causas do karoshi pode ser o desgaste emocional.


Pessoas propensas ao perfeccionismo, sonhadores, gente com grande responsabilidade e aqueles que abusam do álcool caem facilmente no risco do esgotamento.


A exaustão emocional não só pode causar sofrimentos a quem realiza serviços fora de casa, mas também às donas de casa.


O problema aparece principalmente quando a pessoa para de valorizar seu próprio trabalho.





Durante a última década, vários termos foram sugeridos em um esforço para explicar a síndrome de burnout, mas a definição mais aceitável é a escrita por Maslach, segundo a qual a síndrome de Burnout é caracterizada por três dimensões:


1) exaustão emocional (esgotamento dos recursos emocionais entrar em contato com outras pessoas)

2) Despersonalização (sentimentos negativos e atitudes cínicas em relação ao destinatário dos serviços ou cuidados)

3) Redução da realização pessoal (uma tendência a se avaliar negativamente, particularmente em relação ao trabalho).


O impacto mais visível do burnout é a diminuição no desempenho do trabalho dos funcionários e na qualidade da prestação de serviços.


Esses indivíduos vulneráveis ​​perderam o significado do trabalho devido à resposta prolongada à exaustão emocional, física e mental que experimentam.


Portanto, eles são incapazes de atender às demandas de trabalho.


A síndrome é altamente associada a absenteísmo excessivo, uso excessivo de licença médica, desejo de deixar o trabalho e diminuir para o bem-estar geral.


A síndrome de burnout é mais frequente em determinadas categorias profissionais específicas, que demandam interação com pessoas ou trabalham com receptores humanos de serviços, como professores, profissionais de saúde, assistentes sociais, policiais e juízes.


Além do trabalho com o público, indivíduos que trabalham em qualquer outro ambiente que envolva responsabilidade extrema ou perigosa, precisão no cumprimento do dever, consequências severas, trabalho em turnos ou tarefas e responsabilidades não apreciadas, correm um risco distinto para o desenvolvimento de burnout.


Se você esta propenso a estas síndromes ou conhece alguém, consulte a neurologia.


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Dra. Claudia Soares Alves

Médica Neurologista

CRM GO 12452  |  CRM MG 41000

RQE 7919 e 6115


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